NOVIDADES

Jaguar Land Rover, inaugura a primeira concessionária zero carbono

08.08.2022

A Land Rio, é a primeira concessionária no Brasil, no Rio de Janeiro, com iniciativas dedicadas à redução da emissão de carbono. A unidade possui painéis solares como principal fonte de energia, armazena água da chuva, posteriormente reutilizada, e adota copos biodegradáveis, eliminando itens de plástico.

Além disso, a concessionária instalou compressores de ar com acionamento de velocidade variável para reduzir o consumo de energia e proporcionar melhor qualidade do ar, e substituiu o sistema de bomba de lavagem de carros por solução que liga e desliga conforme o uso.

A marca pretende expandir essas medidas para todas as lojas da marca até 2030, é um programa extenso que conta com mais de 120 aprimoramentos para atingir a meta. 

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VALEO AGORA É LÍDER EM MOBILIDADE ELÉTRICA

26.07.2022

Recentemente a Valeo é acionista 100% da Valeo Siemens e Automotive, essa estratégia fez da Valeo um dos principais players em eletrificação mundial com uma gama completa de soluções de powertrain elétrico de baixa e alta tensão.

Essa estratégia irá acelerar seu crescimento e seu roadmap tecnológico para oferecer aos seus clientes cada vez mais soluções de alto desempenho, além de criar grandes sinergias que devem representar um incremento anual de 120 milhões de euros até 2025 de forma progressiva.

Com a Valeo Siemens e Automotive, a Valeo está trazendo a bordo um líder tecnológico e industrial reconhecido com aproximadamente 4.000 funcionários, incluindo mais de 1.600 engenheiros, 7 locais de produção em 4 países (China, Alemanha, Hungria e Polônia), bem como P&D de ponta (laboratórios, bancadas de teste, ferramentas de simulação) e capacidade de produção.

Seus sistemas de powertrain elétricos, motores, inversores e carregadores de bordo estão presentes nas principais plataformas de mais de 20 montadoras e equiparão mais de 90 modelos de carros elétricos e híbridos plug-in até o final de 2022.

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NGK agora vai se chamar NITERRA

26.07.2022

 A partir de Abril de 2023 a NGK se chamará NITERRA. O anúncio foi feito em Julho deste ano onde alegam que a companhia continua em expansão em seus negócios, alinhada às transformações em curso na indústria automotiva. 

A explicação do nome se deu das palavras latinas niteo e terra, que significam, “brilhar” e “planeta terra”, o nome Niterra expressa o comprometimento do grupo em contribuir tanto para uma sociedade mais sustentável quanto para um planeta mais brilhante. A Niterra será o nome principal, as marcas NGK (componentes automotivos) e NTK (sensores e ferramentas de corte) serão mantidas para os respectivos negócios.

Assim, a Niterra visa expressar a postura do grupo em edificar o futuro expandindo seu portfólio de negócios, solidificando-se como uma empresa em expansão ambientalmente sustentável, conforme o Plano de Gestão de Longo Prazo NGK Spark Plug 2030, que estabelece a direção da organização em quatro diferentes segmentos: Mobilidade; Medicina; Meio Ambiente & Energia; e Comunicações.

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CARRO ELÉTRICO GANHA CRESCIMENTO EM PESQUISA NA PREFERÊNCIA ENTRE CONSUMIDORES.

14.07.2022

O desejo de consumidores de ter um carro próprio e a preferência por veículos elétricos continuam crescendo. A constatação é da pesquisa EY Mobility Consumer Index 2022, que acaba de ser divulgada. Pela primeira vez, mais da metade dos entrevistados que planejam comprar um carro afirma que vai escolher um veículo totalmente elétrico, híbrido plug-in ou híbrido. Quase a metade deles diz que pretende comprar um carro nos próximos 24 meses, um aumento de 12% em relação à pesquisa de 2021.

Quase dois terços pretendem comprar nos próximos 12 meses. Houve um aumento no desejo de consumidores de possuir seu próprio veículo, com 63% na pesquisa de 2022 dizendo que o acesso constante a um carro pessoal é muito importante para eles e 60% afirmando que sua segurança ou bem-estar é melhor atendido por um veículo pessoal . De acordo com a pesquisa, estima-se que a demanda por carros seja maior na China, Índia e México, onde 75%, 75% e 66%, respectivamente, dizem que é «extremamente provável» a opção de compra, enquanto Suécia, Cingapura e Japão – 33%, 27% e 20%, respectivamente – apresentam menor nível de demanda. Elétricos são os preferidosA confiança nos EVs está aumentando rapidamente.

Pela primeira vez, mais da metade dos consumidores  que pretendem comprar um carro nos próximos 24 meses diz que escolherá um veículo elétrico ou híbrido. A crescente confiança na tecnologia também se reflete no salto na preferência por veículos totalmente elétricos, de 7%, em 2020, para 20%, em 2022. As preocupações ambientais também são uma prioridade menor para os compradores de veículos elétricos, pela segunda vez, do que para aqueles que consideram sua primeira compra de veículos elétricos. Mercado no BrasilCom 3.387 emplacamentos, as vendas de veículos leves eletrificados voltaram a crescer em maio, retomando a curva ascendente do início do ano e recuperando parte da queda de abril em relação a março, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico .

O destaque do mês foram os comerciais leves elétricos, que saltaram de 14 unidades emplacadas em abril para 59 em maio – ainda assim, abaixo das 97 unidades de março.

O desejo de compra é maior na Itália, Espanha, Noruega, China, Coreia do Sul e Cingapura. No Brasil foram vendidos 16.354 veículos eletrificados entre janeiro e maio

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Renault lança novo SUV no Brasil

08.07.2022

Um novo SUV está por vir pela produção da Renault, que confirmou um super investimento de R$ 2 bilhões na cidade de São José dos Pinhais, Paraná. Será fabricado na plataforma modular CMF-B,  terá o motor H4Dt 1.0 TCe, turbo e injeção direta de combustível flex, o qual promete ser o mesmo em seus carros compactos.


Visando a moda os SUV´s compactos, especula-se que terá semelhança com o novo Sandero Stepway porém com vários detalhes diferentes, além da nova promessa da marca que prevê valor agregado em seu portfólio e crescimento da eletrificação.


Com a nova plataforma feita no Paraná, a Renault poderá produzir outros modelos sobre a CMF-B, ampliando assim o portfólio, porém, ainda longe de produzir carros elétricos ou híbridos no Brasil, devido aos custos.


O complexo Ayrton Senna tem quatro plantas e faz os modelos Kwid, Sandero, Stepway, Logan, Duster, Captur, Oroch e Master.

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História do Grupo NGK

13.06.2022

A NGK do Brasil provém de uma empresa de importação e comércio, a Morimura Brothers, estabelecida em março de 1876 pelo Sr. Ichitaro Morimura (Ichizaemon Morimura VI) e seu irmão Yutaka Morimura.

Em 1904, tudo começou a evoluir quando os fundadores do Morimura Gumi (Grupo Morimura) criaram a Nippon Toki Gomei Gaisha (atual Noritake Company Ltd.).Em 1917, separou-se dessa empresa a divisão Eisei Toki (Cerâmicas Sanitárias), surgindo assim a Toyo Toki Kabushuki Gaisha (atual Toto).


Em 1919, a divisão Gaishi (Isoladores) também se separou, dando origem à Nihon Gaishi Kabushiki Gaisha (atual NGK Insulator Co., Ltd.). E, em abril de 1921, essa firma iniciou a pesquisa e desenvolvimento das velas de ignição, vindo a lançar a primeira vela de ignição nacionalizada (ou seja, japonesa) em setembro de 1930.

Em outubro de 1936, separou-se a divisão de Velas de Ignição NGK da Nihon Gaishi Kabushiki Gaisha e foi fundada a Nihon Tokusyu Tougyou Kabushiki Gaisha (NGK Spark Plug Co., Ltd.), primeira empresa fabricante dessas velas de ignição no Japão. Por fim, em agosto de 1959, surgiu a unidade de produção no exterior, a Cerâmica e Velas de Ignição NGK do Brasil SA (ou, na denominação japonesa, Brasil Tokushu Tougyou Kabushiki Gaisha).

Hoje, a NGK possui diversas bases instaladas em cinco continentes ao redor do mundo e graças a anos de experiência no mercado internacional, trazem o crescimento sustentável e um futuro tecnológico para a humanidade.
Conheça mais detalhes sobre o Grupo NGK

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Menor carro do mundo? Conheça o Wind UP!

01.06.2022

Conheça o Wind UP, o menor carro com autorização para rodar em todo o mundo. Com capacidade para apenas uma pessoa e velocidade máxima perto dos 60 km/h, este nanico pode receber a licença das autoridades de trânsito e rodar pelas ruas da Inglaterra.


Olhe bem para a foto acima. Não, não é uma brincadeira. Este é o Wind UP, o menor carro do mundo segundo o Guinness Book, livro dos recordes. Ele tem pouco mais de um metro de altura (104 centímetros), 129 centímetros de comprimento e 66 de largura, e pode atingir até 60 km/h.


O inglês Perry Watkins, de 47 anos, usa o pequeno para ir de casa ao trabalho. Pelo tamanho do veículo, ele deve trabalhar perto de casa, pois para entrar no exíguo espaço é preciso muita disposição e umas aulas de contorcionismo.


O carrinho tem um motor de 150cc tirado de um quadriciclo e a “carroceria” era de um brinquedo de parque, desses em que você coloca uma moeda para funcionar. E o britânico bancou o piadista ao instalar uma chave de dar corda na traseira.


Economia não é problema para o Wind UP, pois com peso de apenas 150 kg, sem o motorista, é claro, o carro acelera até 64 km/h e gasta apenas um litro de gasolina a cada 30 km. Estacionar? Qualquer vaga serve, até as menores distâncias entre dois grandões serve para acomodar o pequenino.


E então, você daria uma chance pro pequeno Wind UP? Saiba mais sobre carros grandes no artigo 

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Adivinha o que é: não fura, não precisa de calibragem e roda que nem pneu?

25.05.2022

Prometido para 2024, a fabricante Michelin está se aquecendo para a estreia de um produto que pode revolucionar o segmento automotivo: os pneus UPTIS, que não necessitam de ar para funcionar, são fabricados com materiais de alta durabilidade e altamente recicláveis.

A fabricante francesa de pneus Michelin realizou mais um evento no mês de outubro, confirmando que a partir de 2024 já deve colocar à disposição do mercado a tecnologia que elimina a calibração com ar e unifica roda e pneu em um único produto.

Conhecido como Airless Tyres, o UPTIS, sigla em inglês para Sistema Único de Pneu à Prova de Furo, uma evolução do conceito anterior, conhecido como Michelin Tweel (veja mais sobre a tecnologia no e-book SABÓ pneus: um giro na história), com a vantagem de maior capacidade de rodagem e possibilidade de atingir velocidades mais elevadas.

Esse tipo de tecnologia utiliza uma estrutura interna fabricada com dezenas de partes de fibra de vidro, o que confere a eles aderência e amortecimento similares às de um pneu de borracha calibrado corretamente.

O conceito de aplicação é idêntico ao tipo de pneu usado nos veículos lunares, que dispensam o ar pressurizado e utilizam pequenos raios feitos de plástico reforçados com vidro, no lugar de aros de rodas em aço ou outro material, servindo de apoio à banda de rodagem.

Segundo a fabricante, os pneus e a estrutura da roda são uma peça única, que já virá ajustada e balanceada de fábrica para cada modelo de carro, e pode rodar sem qualquer problema mesmo após ser perfurado por objetos como pregos ou pisos irregulares, uma vez que a sua estrutura se mantém intacta. Outro ponto interessante é que, por utilizar uma estrutura sólida, os pneus não sofrem com problemas como desgaste irregular ou desequilíbrios.

Outra vantagem é a maior durabilidade do pneu, evitando um descarte prematuro por furos, rasgos e outros danos na banda de rodagem. Segundo dados da Michelin, todos os anos 200 milhões de pneus vão para o lixo (ou para a reciclagem) sem terem completado sua capacidade de rodagem, isso porque sofrem com perfurações e rasgos (principalmente na parede lateral) que os tornam inúteis.


De acordo com os executivos da Michelin, desde 2017 a empresa vem trabalhando em parceria com a GM no desenvolvimento dos pneus sem ar e que não furam, sendo que eles já foram testados com sucesso no Chevrolet Bolt, provando que estão prontos para chegar em breve ao mercado.

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NGK comemora 62 anos de história no Brasil.

02.05.2022

A NGK, Multinacional japonesa líder no mercado de reposição e uma das principais fornecedoras de componentes para montadoras, além de fabricante e especialista em velas de ignição, completou neste domingo, 1º de agosto, 62 anos de história no Brasil. A companhia chegou ao País em 1959 e inaugurou, em Mogi das Cruzes (SP), a sua primeira fábrica fora do Japão.

Situada no bairro Cocuera desde 2007, a unidade tem 70 mil m⊃2; de área construída em terreno de 625 mil m⊃2;, onde emprega mais de 1,3 mil funcionários, que produzem componentes, como velas de ignição, cabos de ignição e terminais supressivos, além de pastilhas de porcelana para a construção civil, que atendem ao mercado nacional e de exportação. A planta ainda abriga um dos seis centros tecnológicos da companhia no mundo.


Atualmente, a NGK é líder no mercado nacional de reposição e uma das principais fornecedoras de componentes originais de sistema de ignição, com diversas premiações e reconhecimentos pela qualidade. Ao longo desses 62 anos, a empresa produziu localmente mais de 2,4 bilhões de velas e mais de 310 milhões de cabos de ignição. Além disso, a empresa comercializa bobinas de ignição e velas aquecedoras NGK.


Além do automotivo, a NGK está presente em outros segmentos. Sob as marcas Belamari e Super NGK, atua na construção civil, com fabricação de pastilhas de porcelana em mais 200 cores, e figura entre as principais marcas do segmento no País. Sob a marca NTK, a companhia também possui portfólio completo de sensores de oxigênio, sensores de detonação e ferramentas de corte.


Toda a trajetória da NGK é marcada pelo cuidado com o meio ambiente. Como parte do programa global Ecovision – iniciativa de sustentabilidade que estabelece 13 objetivos para 2030, em linha com as metas ambientais propostas pela ONU –, a companhia reprocessa 90% dos resíduos da fábrica local e recicla 70% da água utilizada, por meio de uma estação própria de tratamento de efluentes. Além disso, 7% do seu consumo total de energia é produzido a partir da energia solar.

Quer conhecer mais detalhes sobre estes 62 anos de história no Brasil? Leia mais na time-line oficial:

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